domingo, 18 de janeiro de 2015

Profundo Céu

O céu, um profundo mar
Onde a solidão pinta a noite com suas cores
fazendo de papel
                          o amor
E nele escrevendo sozinho a paixão,
como um mergulho na imensidão de
                                    uma criação infinita.
A amplitude do abismo de suas
nuvens
Cria espaços de movimento,
assim como os barcos que navegam em ondas
flutuantes,
Em uma escrita na
superfície do tempo.
Na angústia, sozinho
Tenta se clarear na escuridão
A sombra de um carente sentimento
...solidão.

Um comentário:

EGLÊ disse...

É tocante a tua poesia e belo o teu poetar, caro Ícaro Emanoel! PROFUNDO CÉU é um encanto.
Parabéns!